Gestão de Recebíveis no mercado de Utilities: Energia que faz toda a diferença

3/5/2019
15:28

     A recuperação de crédito para o segmento de energia é imprescindível para manter a sustentabilidade do negócio. Com toda a modernização dos canais de comunicação e atualizações nas abordagens dos clientes, realizar uma cobrança efetiva nesse momento de crise é muito importante para as empresas desse segmento.

     Por isso, a Meireles e Freitas, que alia a tecnologia à experiência nesse setor, oferece benefícios aos clientes que vão além das ofertas existentes no mercado. Com 20 anos de experiência no mercado de utilities, sua capacidade de atuação na gestão de recebíveis em todo o Brasil é efetiva e com máxima qualidade.

      A empresa conta com três características fortes que garantem os resultados de forma assertiva, sempre condizentes com as aspirações dos clientes. São eles: Planejamento e MIS, com análise estatística para otimizar a performance da operação; Discador e CRM, que garantem preditividade e agilidade, com o intuito de aumentar a produtividade da operação; e Monitoria da qualidade, contando não somente com monitoria, mas também a auditoria dos contatos realizados com três vezes mais feedbacks do que a média aplicada nas empresas concorrentes.

      A Meireles e Freitas é reconhecida pela qualidade mantida em todos os serviços e pelos resultados diferenciados alcançados. Por isso, grandes empresas do segmento como Grupo Equatorial, Neoenergia, CEMAR e ENEL (Ceará, Goiás e Rio de Janeiro), validam o serviço e possuem importantes operações de recuperação de crédito dentro da estrutura Meireles e Freitas.

      Os colaboradores da Meireles e Freitas, desde os operadores de cobrança até os gerentes, possuem uma vasta experiência com estratégias e abordagens de negociação para todas as faixas de atraso do segmento, além de projetos e soluções personalizadas de acordo com cada perfil de inadimplentes e a necessidade do negócio. Por isso, a confiança em nosso modelo de negócio tem se expandido nos últimos anos, com cada vez mais companhias contratando novas operações.